Os fumadores não têm consciência do mal que fazem a si próprios, quanto mais aos outros e ao Ambiente! Não existem Políticas - nacionais e internacionais, - que protejam quem não quer fumar. É uma realidade. Quem fuma, chama a si direitos(???) de liberdade e de opção... E quem não é fumador - por opção ou por problemas de saúde, - que se dane. É mesmo assim que as coisas funcionam. O não fumador, ou dito fumador passivo (mas que na prática não o é!), acaba por padecer de problemas respiratórios crónicos, e até de cancro, por culpa da inconsciência e falta de respeito daquele que fuma, que ainda gentilmente oferece pancada quando é interpelado a, pelo menos, afastar-se um pouco.
Para cúmulo, com o aparecimento dos cigarros electrónicos, até já há quem fume relaxado no interior dos transportes públicos e em lugares fechados, graças às crateras que existem na Legislação actual em Portugal. Até parece que é proibido não ser-se fumador - de quanto é a multa? Há pena de prisão para quem for apanhado a não fumar quantas xis vezes?
Para além dos problemas causados no Homem, acresce-se os problemas causados no Ambiente, contribuindo para o mau ar que existe nas grandes cidades (e não só). E ninguém pode afirmar que não existe tecnologia para analisar o índice de nicotina no ar, assim como estudos nacionais sobre o nível de poluição do ar provocada pelo fumo do cigarro!
Para salvaguardar a nossa própria Saúde, resta-nos andarmos munidos com o adequado EPI (Equipamento de Proteção Individual), que os nossos responsáveis deveriam de distribuir gratuitamente mas paragens dos transportes públicos, à entrada de estabelecimentos comercias e públicos, de escritórios, etc., onde, não poucas vezes, há um denso nevoeiro que até parece que se vislumbra o D. Sebastião a aproximar-se. Isto não só a bem dos não fumadores, mas também a bem do Orçamento de Estado para a Saúde.
É por demais sabido que o lixo humano é prejudicial à saúde pública. Mas nem todos pensam assim, atirando para o chão (por vezes janela fora do carro e de casa!) o seu lixo, orgânico ou não. Mas um número ainda maior de cabeças, não consegue imaginar como o lixo inorgánico, isto é, todo o material que não possui origem vegetal ou animal, mas sim tudo aquilo que foi produzido através de mão humana (sacas e outros plásticos, cotonetes, vidro, etc.) afecta os animais, não somente marinhos, que confundem tal lixo com alimentos, ou este intromete-se no seu caminho, "engolindo-os". As consequências são catastróficas, afectando a própria saúde do Homem, que se alimenta de produtos marinhos, directa ou indirectamente. Para estes mentecaptas, alguns exemplos:
Exemplos de artivismo, com o intuito de criar consciência para este problema:
Estamos no mês de sensibilização da Fibrose Pulmonar, doença caracterizada pelo esforço em respirar. Algo que é tão instintivo passa a ser uma tarefa dolorosa, assim como certas rotinas como pentear, caminhar... E falar. A tosse torna-se também companhia inseparável. Felizmente, nos dias que correm, pelo menos nas grandes cidades, não se olha de soslaio para alguém que esteja entubado com oxigénio, quer venha o mesmo de uma mochila nas costas ou do carrinho que se puxa com uma mão. Não se pode ficar encapsulado em casa pelo que os outros hão-de pensar, uma vez que ninguém está livre de estar na mesma situação. A solução do problema passa pelo transplante. Um Sítio brasileiro sobre este tema: Me Tira o Fôlego.
Um testemunho de Fibrose Pulmonar:
Em Portugal, a cantora e compositora Dina pode funcionar como embaixadora desta doença, pois a mesma foi diagnosticada há doze anos com Fibrose Pulmonar e é por culpa da mesma que desde 2012 Dina deixa de cantar. Em Março deste ano houve dois Concertos de Celebração da Vida e Obra de Dina: 59 anos de Vida e 40 de Canções. Para (re)conhecer Dina, uma entrevista com algumas músicas.
Dina a actuar no seu Concerto Celebração
Uma das mais recentes composições de Dina, o seu êxito Que É de Ti: