Este Governo teve sempre alergia à utilização de máscaras, assim como os profissionais de saúde em lares e hospitais, daí o número de vítimas em Portugal ser uma vergonha mundial. Fez sempre orelhas moucas aos cientistas.
Apesar de este governo covidiota, a favor do álcool e drogas, rejeitar o uso de máscaras pela população, é urgente que o Povo seja mais inteligente do que ele e não altere os comportamentos essenciais para prevenir mais contágios e vítimas a lamentar.
De recordar que o Continente vendeu máscaras em Março a um preço obsceno!
Era óbvio que as máscaras reutilizáveis da Sonae só podiam ser lixo! Fazem publicidade enganosa e o Governo come e cala! Será que todos os seus funcionários, do mais baixo até ao topo, utilizaram essa máscara, sem nenhuma outra escondida?
Para descobrir tamanha fraude é fácil (mais fácil do que cobrar IVA a 23%, em vez de 6%!):
- A componente de tecido da máscara deverá ser lavável realmente e aguentar elevadas temperaturas (pelo menos 60 graus).
- As máscaras “devem ser secas ao ar e não na máquina de secar, e podem ser passadas a ferro”."
- As máscaras sociais, ainda que reutilizáveis, não serão eternas e devem ser “substituídas assim que o tecido apresentar alterações ou deformações que impeçam que se mantenham aderentes à face”. De acordo com o Centro Tecnológico das Indústrias do Têxtil e do Vestuário, em Portugal, até dia 29 de Abril, tinham sido aprovadas 71 máscaras comunitárias fabricadas por empresas portuguesas, mas nenhuma mantém as suas propriedades protectoras acima das 15 lavagens. - A Sonae tem assim tanto dinheiro para indemnizar os clientes lesados pela falsa sensação de segurança, que caíram no seu conto do vigário? O mesmo para o gel desinfectante, que deve ter mais de 60% de teor de álcool.
- O director-geral do centro tecnológico informa que as máscaras “têm de proteger quem as utiliza e as pessoas que estão à volta”. Devem ainda “ter capacidade de retenção de partículas” e também “permitir conforto respiratório”. Neste sentido, o Citeve criou o selo “Máscaras COVID-19 - Aprovado” para ajudar os consumidores e produtores a distinguir os produtos e matérias-primas que foram testados e validos pelo centro.
- Devem ser utilizados materiais/tecidos hidrofóbicos, repelentes à água.
- Atenção: É preciso deixar claro que uma máscara caseira não serve para proteger a pessoa que a usa! Em vez de gastar dinheiro com falsidades - cuidado também com as máscaras (que deverão ser eficazes durante 4 horas e não 3 minutos, como muitas que foram retiradas em outros Países!) à venda em máquinas, junto dos transportes públicos por exemplo, e todas aquelas que são entregues nuas, sem estarem no interior de de uma embalagem selada com indicação de todas as informações legais, - utilizem antes um cachecol, que é bais barato!
É este selo que permite a consumidores e produtores reconhecer máscaras ou matérias-primas que foram testadas e validadas por uma entidade independente, com laboratórios acreditados.
Este elemento distintivo informa também se se trata de uma máscara de uso único ou se é reutilizável e, neste caso, a indicação do número de vezes que poderá ser lavada sem afetar o seu desempenho, bem como qual o tipo de utilização para que foi aprovada: uso profissional ou uso geral. Por último, o selo apresenta ainda um QR Code de acesso ao website onde os consumidores poderão ver lista de máscaras aprovadas.