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29
Jan22

PortoGal(iza)

instantes

Daqui vem o nome 'Portugal': PORTO+GALiza!

 

O Norte de Portugal e a região espanhola da Galiza têm uma mesma Cultura, onde está inserida também a Língua, o denominado galaico-português. Portugal, em certa altura da sua História, por ordem de Lisboa, quis distanciar-se das suas raízes, como forma de (des)evolução. Cada vez a distância linguística com a sua Raiz foi maior, até chegar ao ponto da nossa actualidade, em que ninguém se percebe cá dentro, graças a acordos-sem-acordo e mais parvoíces "evolutivas" vindas de políticos incultos que não sabem Português e nunca param de roubar o dinheiro do Povo e destruir a nossa Economia, mas este outro assunto é tão antigo como Portugal e não será desenvolvido neste texto.

 

Os políticos da Capital nunca quiseram perceber o Norte (e as outras regiões do País), só lhes interessou e interessa o dinheiro deles e erros sucessivos ao longo da História acabaram por apagar (aparentemente) o cordão umbilical que liga as regiões gémeas do Norte e Galiza. Gémeos separados à nascença que não sabem(?) da existência um do outro.

 

A Galiza não tem vergonha do que é, já que não tem vergonha do que foi(!) e por esse motivo tem dado muito que falar em Espanha nas últimas semanas, por ter uma canção que foi seleccionada para participar no Benidorm Fest, cujo vencedor irá representar o País na Eurovisão. Foi das 14 melhores que foram enviadas pelos espanhóis e agora, depois de ter aprovado na semifinal do dia 26, está nas 8 melhores e é uma séria candidata à vitória, dito não só pelos espanhóis, mas também pelo Mundo, que expressam esse gosto nas redes sociais. "Terra", das Tanxugueiras, fala de empoderamento, de Raiz como ligação à Terra, de diversidade em si própria. A canção tem uma fusão do folclore galego com sonoridade moderna e é na íntegra cantada em galego, excepto o verso do refrão  "non hai fronteiras", que ao longo da canção é interpretado, para além do galego, em basco, asturiano, catalão, castelhano e Língua Gestual, como forma de dar visibilidade à diversidade que enriquece e faz Espanha. "Terra" é a primeira canção cantada em galego numa selecção espanhola. Se "Terra" ganhar o certame desta noite, torna-se na primeira canção da história do Eurovision Song Contest interpretada numa Língua co-oficial de um País - as Tanxugeiras já informaram que não irão traduzir para inglês a letra. - Boa sorte para elas, por terem orgulho naquilo que é NOSSO! Esta noite, a Europa e o Mundo "QUE NOS ESCOITEN BERRAR"!

Vídeo da actuação das Tanxugueiras na 1ª semifinal, dia 26:

 

Benidorm-Fest-with-Tanxugueiras.jpg

 

eup_20220126_230830881.jpg

 

tanxugueiras-1 (1).jpeg

 

POST-FINAL:

Tanxugueiras foram as vencedoras pelo televoto e painel demoscópico (350 pessoas de diferentes faixas etárias e origens), sendo que os 5 elementos do júri-com-covid ("por terem falta de gosto") que tinham um peso de 50% na decisão lhes atribuiu o 5º lugar (o 1º foi para uma música igual a milhões de milhões pelo Mundo, sem qualquer identidade e completamente vazia, que mostra a pessoa como um mero objecto). O dinheiro que o público gastou nas chamadas e sms foi para pagar o júri, obviamente, e o que sobrou foi para o bolso de quem? Não sobrou mesmo nada?... O júri vendeu-se por bom dinheiro! Enfim, nota-se perfeitamente de quem Espanha é irmã: os chefões de ambos os países cometem os mesmos erros e os seus dois Povos têm a mesma má fortuna...

Parabéns ao trio de vencedoras, que provaram que para o Povo espanhol não há fronteiras, todas as suas regiões são um mesmo coração, ao contrário da televisão pública espanhola que demonstrou claramente que não representa o Povo espanhol! Orgulho por manterem viva a NOSSA Memória! Moitas Grazas, Tanxugueiras! - Já anda por aí um pedido para as Tanxugueiras representarem Portugal na Eurovisão do próximo ano e estarem na final do Festival da Canção deste ano! Será que a RTP está disposta em, desta vez, mostrar a Cultura do Norte de Portugal à Europa ou vai ter a mesma sandice e falta de coragem e ousadia de outras vezes e que a RTVE? Se assim for, a RTP não representa os portugueses, definitivamente, E NÃO MERECE RECEBER MAIS O NOSSO DINHEIRO, VINDO DE IMPOSTOS E TAXAS ILEGAIS!

 

 

 

 

"Terra" é uma canção integrativa, fica aqui a interpretação da mesma em Língua Gestual Espanhola:

 

NOTA: Eis a canção vencedora do júri do Benidorm Fest 2022, sem maquilhagens nem filtros que, curiosamente, resulta melhor assim do que aquilo que foi visto na tv e onde está mais claro o verdadeiro motivo que está por detrás da enorme vontade de ir ao Eurovision Song Contest em Turim - o resultado final por lá será semelhante ao aqui apresentado:

 

23
Mai21

Eurofestival 2021 com 'Testa'

instantes

"Shum" ["Ruído"] é Poesia, Energia, Vida que emerge após o inverno rigoroso, envolta em uma estética de som, coreografia e encenação sublimes, uma perfeita fusão de modernidade e etnografia ucraniana. Uma bela metáfora da situação de sindemia que atravessa o Planeta desde Janeiro de 2020, mas também com mais um outro significado especial para grupo, pelo menos da vocalista, já que ela é da região de Chernobil - o quê? Já apagaram também o acidente nuclear de Abril de 1986 dos manuais de História??

Ucránia venceu o televoto da semifinal 1 (onde participou) com 164 pontos e na final, com 267 pontos, obteve o segundo lugar.

 

Actuação de Go_A ao vivo na grande final:

Videoclip:

Versão acústica:

 

Actuação ao vivo (pós-ESC):

 

 

Quanto à canção vencedora, ela arrebenta brutalmente com a porta, chama os bois pelo seu nome e utiliza uma linguagem simples e directa para apontar o dedo e incrimar aqueles que se julgam reis e senhores anulando aos que são de outra "casta". Mesmo que o título pareça dizer o contrário, o texto de “Zitti E Buoni" é um convite à rebelião, a reagir às recusas e a considerar a própria diversidade uma virtude e não um defeito ou algo de que envergonhar-se... mas sejamos nós diferentes dessa gentalha hipócrita e racista!

Itália venceu a final com 318 pontos do televoto. Itália participa directamente na final por ser membro dos "Big 5", não se sujeitando a semifinais que a podem excluir, uma vez que só dez países passam à final.

Actuação de Måneskin ao vivo na grande final:

Videoclip:

 

Para o ano, o Eurofestival ruma ao sul da Europa e a um País latino. Esperamos que a Itália corrija os inúmeros erros deste ano e fazer um espectáculo para dar valor às canções, mesmo sendo chiclete, e não a egos vazios e a questões políticas - a sério, quantas vezes é preciso mostrar países autoritários para ganharem votos, subornaram assim tanto?

 

17
Mai20

Contra a LGBTIfobia

instantes

21810651_e9QeO.jpeg

 

Dia 17 de Maio é o Dia Internacional Contra a LGBTIfobia. "Deixa Lá" é uma composição de Dina que aborda a Diversidade Sexual (a frase da imagem acima pertence à esta canção).

 

De lembrar que Dina é um referente da vanguarda:

- Já em 1975 fazia concertos com canções que compunha e se fazia acompanhar em palco dedilhando a sua guitarra;

- Foi a primeira intérprete e compositora LGBTI portuguesa no palco do Eurofestival - Eurovision Song Contest, - em 1992... E quiçá a primeira mulher compositora no dito festival;

- É, até ao presente dia, a única mulher na História de Portugal que fez e cantou hinos políticos;

- É um ícone da Filantropia, pois desde cedo revelou um coração largo e abraçou várias causas.

 

 

19
Mai19

Holanda Vence Eurovisão

instantes

esc winner 2019.jpg

 

A Holanda participa na Eurovisão desde 1956, tendo conseguido a vitória quatro vezes. 1975 foi a última, até ontem.

 

 

Uma canção com uma letra triste, mas com melodia agradável que já foi ouvida várias vezes até à exaustão. Não aporta qualquer originalidade. A vitória foi conseguida pelo trabalho da equipa da "laranja mecânica" que foi bastante chata nos pormenores técnicos (enquadramentos e iluminação). A letra é do próprio cantor Duncan Laurence, mas a música é de três compositores de outras tantas nacionalidades europeias.

 

A par do Eurovision Song Contest, há um certame paralelo, os Marcel Bezençon Awards. A Holanda venceu o Press Award, prémio atribuído pela imprensa acreditada (não é preciso ter conhecimentos de música nem carteira de jornalista para ser da denominada "imprensa acreditada", basta ter um qualquer blog na internet para ter este passe e poder votar), a Austrália venceu o Artistic Award, atribuído pelos comentadores (que também não têm como requisito obrigatório ter qualquer conhecimento de música), e a Itália venceu o Composer's Award, atribuído pelos compositores participantes. Este último prémio tem maior mérito, sem dúvida, pois é um reconhecimento entre pares, que possuem conhecimentos musicais. A entrega de prémios aos vencedores e o videoclip da canção italiana:

 

 

Resta esperar que no certame de 2020 a Holanda demonstre como se faz televisão à sua maneira, com um palco da responsabilidade da Holanda e não da Suécia (como é tradição), com bons profissionais de realização, que façam esquecer a vergonha de erros técnicos graves de 2019 e 2018 em Portugal... E para o ano, vencerá outra balada melancólica como a de 2017 (Portugal) e 2019 ou uma canção tresloucada com insultos a torto e a direito, como em 2018?

 

Como cereja no topo do bolo, há a destacar a continuação dos disparates do "júri profissional", em que cada País, salvo exepções, mostra bem a falta de profissionalismo e inteligência, até: Uns elementos do mesmo júri votam por ordem crescente  e outros decrescente, o que torna o resultado da votação um disparate ridículo. Tão ridículo como votarem na ordem inversa em que irão anunciar os votos. Faz sentido continuar com os tachos do "júri profissional"? O televoto também estava viciado, para variar, com os números de algumas canções a darem erro, a votação ser dada não pela qualidade da canção, mas sim por ser vizinho ou outras afinidades não técnicas. Enfim, quer um método, quer outro, acaba por não ser justo, mas antes o televoto que um "júri profissional" todo maluco, sem organização e qualificação alguma!

 

Para concluir, fica aqui um histórico das canções holandesas desde 1956 até 2016:

 

 

Não quero terminar este artigo sem deixar uma palavra sobre "La Venda" (canção de Espanha), que foi uma das grandes vítimas da catastrófica e vergonhosa realização televisiva que houve em Israel, mas que ainda assim obteve o 14º lugar (televoto)! Uma letra com mensagem, uma música de fiesta mediterrânica e uma cenografia cheia de vitalidade, optimismo, energia e cor. O vídeo que deixo é o de um ensaio, feito por uma única câmara, onde se pode sentir todo o trabalho de Miki Núñez e os cinco bailarinos-cantores que o acompanham (um deles é também o que dá vida a Paco, a gigante marioneta luminosa, que desequilibra e oprime a Sociedade; com um toque/movimento a Sociedade desperta e sai da rutina tóxica, mudando o que era até então, mandando à fava a opressão, vivendo o que cada um é, a sua identidade única):

 

esc2019_spain1d.gif

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05
Fev19

Venezuela: A Venda do Mundo já caiu!

instantes

Após duas décadas de cumplicidade com uma cruel chacina, várias instituições e países do mundo acordaram - ou a consciência lhes ficou pesada de mais!? - fazendo cair a venda que tapava o que estava à vista de triliões de pessoas normalíssimas, que não estavam em cargos de poder a encher os bolsos com aquilo que roubavam a milhões de habitantes da Venezuela. Espero que seja desta que dêem a mão a um grande País, após o terem destruído quase na totalidade! E cada minuto que passa é importante e conta, acordem!

 

Juan Guaidó teve oportunidade de dar uma pequena entrevista à TVE (Espanha), ouçamos:

 

 

Aqui fica, da minha humilde parte, uma versão livre de "La Venda" como forma de homenagem a este ilustre Prócere e às gentes da Venezuela, às que já caíram, às que tiverem de fugir como refugiadas para outra pátria e, obviamente, à aquelas que estão minuto após minuto a lutar pela sua sobrevivência entre balas perdidas, engarrafadas na mais pura miséria e escassez geral (alimentos, medicamentos, serviços e equipamentos de saúde, etc., etc., etc., etc.,...):

 

Te compran porque te vendes
Te vendes a la corrupción
Te pierdes porque hay camino
Que llevan a la destrucción
Te sales porque te quieres
Y haces de sueños realidad
Te eliges porque hay camino
Libertad y Democrácia
 
La venda ya cayó
Y solo quedó la alegría
Dictadura ya cayó
Y empezarán nuevos días
El ódio ya cayó
Avivando fantasías
Opreción ya cayó
Y serás como querías
 
Chévere, chévere, ere, ere, ere
 
______
 
A canção original:
 
 

 
13
Mai18

A Má Língua na ESTÚPIDA EUROVISÃO

instantes

estupida eurovisao4.jpg

 

A Noite da Má Língua foi ontem celebrada na RTP1, com mais uma Eurovisão (Eurovision Song Contest). Sim, MÁ LÍNGUA, pois FOI A MÁ LÍNGUA A GRANDE VITORIOSA! Israel, como já foi dito ontem, trouxe uma canção abarrotada de insultos e bullying e, espantem-se, foi a que levou para casa o microfone de cristal. Num Mundo pleno de violência, só a violência pode sair vitoriosa!

 

Fora esse pormenor enorme e vergonhoso, pretendo aqui neste cantinho AGRADECER À ISAURA E À CLÁUDIA PASCOAL por tão bela prestação, que nos enche de orgulho! O lugar alcançado por Portugal no Festival é resultado de alguns factores que em nada estão relacionados com a canção, O Jardim:

 

- A realização do programa por parte da RTP foi bastante problemática e cheia de erros graves, pese o seu fraco profissionalismo - este evento acarreta muito mais saber que um europeu de futebol!, - em que vários países se queixaram. Inclusive a realização da própria canção portuguesa é tão horrorosa e fuleira que até uma criança de 5 anos faria melhor com uma perna às costas!;

 

- Na noite da final, ontem, durante a canção do Reino Unido, um desconhecido INVADIU completamente o palco e, VIOLENTAMENTE, arrancou o microfone à intérprete e proferiu palavras contra uma determinada situação naquele País. A RTP NÃO CONTRATOU EQUIPAS DE SEGURANÇA PARA POUPAR DINHEIRO! O pior poderia ter acontecido, em directo para as televisões de todo o Mundo! O nome de Portugal fica associado à insegurança!

 

estupida eurovisao.jpgestupida eurovisao1.jpg estupida eurovisao3.jpg

 

Tendo em conta as duas situações acima descritas, respectivamente, o júri e o televoto castigou a RTP. A Isaura e a Cláudia não passam de vítimas inocentes, ficando a RTP a assobiar para o lado, como se nada fosse com ela. VERGONHOSO! Além do mais, estas miúdas foram completamente abandonadas pela RTP, não tendo qualquer apoio e orientação.

 

Resta a dignidade do videoclip para recordarmos sempre este precios'O Jardim:

 

estupida eurovisao6.jpg

 

 

Nota: Imagens da internet

12
Mai18

Portugal: O Jardim da Eurovisão

instantes

É hoje pelas 20h00 que sobe ao palco a nossa representação naquele que é considerado o maior festival de música do Mundo - o Eurovision Song Contest. - Cláudia Pasoal e Isaura com a canção O Jardim, subirão no lugar oito. Eis o vídeo da melhor canção no concurso, com alguns erros de realização que devem ser corrijidos (força dupla maravilha/Wonder Women!):

 

 

 

Outra canção, das melhores baladas rock da história, vem da Albánia, que nos fala magistralmente da Saudade que vem daqueles que nos são próximos (família e amigos) quando estamos longe deles deslocados em trabalho... Ou mesmo refugiados:

 

 

E a pior canção é de Israel, que para além da falta de originalidade, com uma forte inspiração em Francesco Gabbani e Occidentali's Karma (uma das favoritas à vitória o ano passado), mas que é em tudo a sua antítese, apresenta uma letra e actuação cheia de insultos e bullying - como é que os responsáveis do evento (Eurovisão e Polémica sempre estiveram de mãos dadas) fecharam os olhos a tamanha violência e atropelo aos Direitos Humanos e dignidade humana, uma autêntica verborreia malcheirosa? - onde não falta a humilhação até dizer chega(!) de alguém, que no caso é um rapaz que é estúpido, galinha e a descida de nível segue até o inimaginável em apenas 3 minutos, em que somos obrigados (adultos e crianças!) a assistir passivamente(???)... Andamos a lutar contra o Machismo para vir o Feminismo e bater forte e feio no sexo fraco, que é (agora) o masculino? Se o Machismo não é bom, o Feminismo é pior! Feminismo é Machismo! 

 

28
Abr18

"O Jardim"... Também na Queima!

instantes

A Queima das Fitas e o Cortejo estão aí à porta. Pelo Porto, a greve do Metro e a sua reduzida frequência, assim como só transitarem com uma única carruagem e estarem totalmente atolados irão passar despercebidas, uma vez que isso é (vergonhosamente) o pão nosso de cada dia... Há 15 anos!

 

"O Jardim", a canção que irá reperesentar Portugal na Eurovisão em Maio, com a Cláudia Pascoal e a Isaura, já tem uma versão "académica", por um grupo de estudantes - são estes os nossos futuros médicos? - onde não falta a Isaura de costas e a dar meia volta à meio da canção e, claro está, a Cláudia com o seu cabelo rosa:

 

 

 

22
Abr18

Eurovisão - Pré Party em Espanha

instantes

Depois de Holanda e Israel, realizou-se ontem em Madrid a última grande festa que reúne vários dos intérpretes que participarão no certame em Lisboa. Foi um ambiente de celebração da música sem qualquer tipo de fronteira que foi transmitido em directo pela eurovision-spain e rtve, em colaboração.  O certame abriu com uma emotiva recordação da canção que venceu o primeiro Eurovision Song Contest,que foi em 1956, cuja intérprete, Lyss Assia, nos deixou a 24 de Março deste ano. Outra homenagem foi feita mais a frente, ao Aviici, que faleceu na véspera desta festa, a 20 de Abril. Acresce-se outra mais-valia desta festa madrilenha, que foi o feito inédito da Conexão Ibérica, ao juntar representantes de Andorra, Portugal e Espanha (algo impensável em Portugal, uma vez que a RTP se recusou a convidar Andorra para o Eurofestival, deixando esta de pagar a sua participação). A representação portuguesa também marcou presença nesta festa, onde foi muito acarinhada e oblacionada. Cláudia Pascoa e Isaura interpretaram O Jardim, com um coro de mais de duas mil pessoas presentes! Parabéns à eurovision-spain pelo belíssimo trabalho e dedicação na organização, pelas homenagens aos artistas que nos deixaram recentemente, pelo amor à Península Ibérica e ao acreditar nela!

 

A festa na íntegra:

 

 

Isaura e Cláudia Pascoal na 'Alfombra Roja' da EsPreParty2018:

 

Actuação de Cláudia Pascoal e Isaura:

 

Postal de Portugal que antecedeu a nossa representação:

 

Entrevista feita à Cláudia Pascoal e Isaura pelo Manu Mahía (eurovision-spain.com), na tarde de 20 de Abril:

 

 

25
Mar18

"O Jardim" da Eurovisão

instantes

Pela primeira vez a Eurovisão realiza-se este ano em Portugal, cuja final é a 12 de Maio! O festival da Eurovisão existe desde 1956, apesar de Portugal participar desde 1964, onde detinha o status do País que participa há mais tempo sem vitórias... Até 2017, onde a composição Bossa Nova da Luísa Sobral, Amar Pelos Dois, conquistou os europeus, na voz do seu irmão Salvador.

 

Este ano, é pela mão de outra compositora, Isaura, que Portugal se fará representar em dito festival da canção. O Jardim é o título da canção, na voz da Cláudia Pascoal (a Isaura dá uma perninha à determinado momento)A anterior dupla feminina vencedora do festival da RTP é de 1992 e era constituída pela Dina (compositora e intérprete) e pela Rosa Lobato de Faria (letra), que nos trouxeram Amor d'Água Fresca. De realçar que Dina foi a primeira compositora a participar no Festival RTP da Canção, corria o ano de 1980, onde apresentou a sua música (em tons de Jazz) e interpretou Guardado Em Mim. Em 1984, Maria Guinot tornou-se na primeira compositora a vencer o festival, com Silêncio e Tanta Gente, onde igualmente interpretou e fez a letra do tema. A RTP só se voltou a lembrar que existem compositoras em Portugal em 2017, depois de um longo jejum que começou em 1996, com o convite à Dina, onde Elaisa interpretou Ai A Noite.

 

O Jardim é uma metáfora sobre a Saudade de alguém querido que morreu. À carga intensa do tema, junta-se uma interpretação melodiosa, genuína e delicada.

 

oJardim_postal2a.jpg

 

Como apontamento de curiosidade, a representação portuguesa na final eurovisiva será a oitava actuação... E a Isaura tem uma canção sua intitulada 8 - Eight:

 

 

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