RECEBEM DONATIVOS MONETÁRIOS E DE BENS, MAS SÃO PARA GRANDES ALMOÇARADAS E JANTARADAS DA DIREÇÃO DA ODPS E VIPS DA IGREJA CATÓLICA!
OS CLIENTES DA ODPS QUE RECEBEM A REFEIÇÃO PAGAM COURO E CABELO POR UMA COMIDA MISERÁVEL, SEM QUALIDADE E EM POUQUÍSSIMA QUANTIDADE (E NÃO SE FALA DA FALTA DE HIGIENE AOS IDOSOS!)... E A ODPS NÃO TEM QUALQUER CUSTO COM A MESMA! PARA OS BOLSOS DE QUEM VAI ESSE DINHEIRO, SENHOR BISPO?
QUEM LUCRA COM OS DESVIOS DE FUNDOS SÃO TAMBÉM AS RESPONSÁVEIS DOS CENTROS E AS FUNCIONÁRIAS MAIS ANTIGAS.
Aluta do Centro Social da Paróquia de Miragaiacontinua, em prol dos direitos mais básicos de quem lá trabalha arduamente, mesmo com salários em atraso, e para quem lá usufrui das instalações, quer no início da sua vida (crianças), quer já no fim da mesma (idosos). É hora de colocar em prática aquilo que se prega no cimo do altar.
Há que ter em conta que grande parte do património da igreja católica foi doado "por baixo da mesa", com a conditio sine qua non de ser utilizado para o serviço à comunidade. De maneira alguma a Igreja o pode utilizar para outro fim menos lícito, ou seja para o bem próprio (mas o edifício pode passar a ser do Estado, caso este se decida a fazer serviço público). É uma total falta de decência e honestidade! O fim NUNCA justifica os meios (cf. Catecismo da Igreja Católica, §1759)! Uma atitude destas por parte da Igreja Católica só contribui para aumentar exponencialmente (mais ainda) o número de ex-católicos! A Diocese do Porto parece cada vez mais um Paraíso Fiscal, onde se podem aplicar livremente offshores...
Está em causa o futuro de quase 200 pessoas, entre funcionários (25) e utentes das várias valências da instituição, como creche, pré-escolar, centro de atividades de tempos livres, centro de dia, serviço de apoio domiciliário e o apoio familiar e aconselhamento parental. A revolta está instalada entre a população. E o caso não é para menos, onde há uma total falta de respeito para com as pessoas e uma desumanidade sem escala, fruto de uma má gestão (ou mesmo gestão danosa), onde os funcionários não recebe os seus direitos laborais, e sem a visão social para a qual foi criada a instituição. Será que a Diocese do Porto irá pagar os transportes para o novo local, dos idosos e dos pais das crianças, ou estes ficarão por conta do parco orçamento dos respectivos? Onde está a Misericórdia da Diocese do Porto, para com os mais frágeis e necessitados? É caso para afirmar olhem para o que eu digo, não olhem para o que eu faço.